A
política de acolhimento no contexto da actividade turística
Em Portugal os objectivos de bem
receber e acolher sejam alcançados é fundamental criar uma base sobre, com
vista à promoção e divulgação dos princípios básicos comuns para a recepção de
pessoas estranhas à região. Para tal, as medidas a tomar não devem ser acções
isoladas mas sim um trabalho de equipa, digamos, que una entidades públicas
centrais, regionais e locais, fundações e outras instituições ou organizações
da sociedade civil, agentes económicos privados e comunidades residentes, que
comunguem princípios e objectivos comuns numa relação de colaboração, com vista
a desenvolver actividades ou a promover e a apoiar a investigação ou a reflexão
em torno do tema acolhimento e arte de bem receber.
O acolhimento turístico deve ser praticado por todos os agentes, representantes das entidades políticas e administrativas a todos os níveis (local, regional, nacional, europeu), profissionais de turismo dos sectores público e privado (organismos públicos de turismo, associações profissionais, proprietários e gestores de empresas turísticas) e representantes da sociedade civil (organizações não governamentais, representantes da população, cidadãos).
Noção
e dimensões das políticas de acolhimento
O
êxito de qualquer política de acolhimento a nível nacional mede-se através do
grau de satisfação do visitante no respectivo destino turístico, sendo certo
que a estabilidade e a coesão das nossas sociedades beneficiam com a penetração
das correntes turísticas vindas de países mais desenvolvidos, devido à partilha
de riqueza que estes fluxos promovem.
Recursos
humanos, técnicos e financeiros ao serviço de acolhimento
A
melhor forma de abordar este assunto seria afirmar que não se “fazem omeletas
sem ovos”, pelo que se revela imprescindível existirem condições estruturais
que garantam recursos humanos, técnicos e financeiros ao serviço de
acolhimento. Considero que estamos numa fase do sector em que já é possível
fazer ‘omeletas sem ovos’ neste campo, visto que o acolhimento é algo que
ultrapassa os aspectos técnicos e financeiros e se reflectem em maior escala na
atitude e no comportamento de quem o pratica.
Naturalmente que para acolher de forma
eficaz e completa é necessário um conjunto de recursos humanos, técnicos,
tecnológicos e financeiros que garantam o bom acolhimento. 
Acolhimento
turística e padrões de qualidade
Um turismo de qualidade pode
contribuir para o desenvolvimento sustentável das zonas turísticas, melhorando
a competitividade das empresas, respondendo às inspirações sociais preservando o
ambiente cultural e natural. O sucesso exige, a nível de um destino turístico,
uma intervenção global, centrada na satisfação do turista e baseada nos
princípios do desenvolvimento sustentável, que se alcançam através de:
•Definição
de estratégias entre parceiros-chave;
•Aplicação
de boas práticas na região para turistas e residentes;
•Desenvolvimento
continuo de instrumentos de acompanhamento e avaliação.
Podemos definir qualidade como a
condição que tem uma empresa em satisfazer clientes, consumidores,
fornecedores, funcionários e a sociedade em geral melhor do que a concorrência,
obter maior participação no mercado, aprimorar a produtividade dos seus processos
e funcionários e aumentar o lucro. Desta forma, é seguro afirmar que os
atributos mínimos para se praticar qualidade são :
•Competência-
Aprender a desenvolver muito bem tudo o que é implícito às nossas funções;
•Conhecimento-
É fundamental prepararmos-nos para responder a qualquer tipo de questões que nos
possam colocar, bem como estarmos aptos para resolver qualquer tipo de
problemas.
•Atitude-
A atitude que transmitirmos aos outros ser-nos-á retribuída.
•Imagem-
A aparência deve ser cuidada e agradável a nós próprios e a quem nos olha.
•Cortesia-
Os clientes esperam sempre um tratamento cortês e educado independentemente das
circunstâncias.
Tipos
de agentes de níveis de responsabilidade no acolhimento turístico
Para tal, as medidas a tomar não
devem ser acções isoladas mas sim um trabalho de equipa, digamos, que una
entidades públicas centrais, regionais e locais, fundações e outras
instituições ou organizações da sociedade civil, agentes económicos privados e comunidades
residentes, que comunguem princípios e objectivos comuns numa relação de
colaboração, com vista a desenvolver
actividades ou a promover e a apoiar a investigação ou a reflexão em
torno do tema acolhimento e arte de bem receber.
Entidades
e agentes com responsabilidades de carácter geral